Ex-companheiro é investigado pela morte de assessor parlamentar em Salvador


Reprodução  Redes Sociais

A Polícia Civil  investiga o ex-companheiro de Loran Prazeres Conceição, de 36 anos, como principal suspeito do assassinato do assessor parlamentar ocorrido na noite de quarta-feira (29), no bairro do Stiep, em Salvador.

De acordo com as investigações, o suspeito, cuja identidade não foi divulgada, era conhecido dos moradores do condomínio onde a vítima morava e costumava frequentar o local. Testemunhas relataram que, momentos antes do crime, ouviram Loran pedir socorro e afirmar que o ex-companheiro pretendia matá-lo.

Ainda segundo informações obtidas durante a apuração, o homem teria sido visto deixando o edifício logo após o crime usando uma camisa branca com manchas de sangue.

Inicialmente, a polícia considerou a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte). No entanto, o avanço das investigações levou os agentes a concentrar as diligências na hipótese de homicídio, tendo o ex-companheiro como principal suspeito.

Quem era Loran Prazeres

Natural de Maragogipe, no Recôncavo baiano, Loran Prazeres Conceição era formado em Pedagogia pelo Centro de Formação de Professores (CFP) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em Amargosa.

Ao longo da carreira pública, ocupou os cargos de secretário municipal de Saúde de Planaltino, assessor especial da prefeitura do município, ouvidor da Câmara Municipal de Amargosa e, mais recentemente, atuava como assessor parlamentar do deputado estadual Binho Galinha (Avante) na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Em 2020, também foi pré-candidato a vereador.

Entenda o caso

O crime aconteceu dentro do apartamento onde Loran morava, no bairro do Stiep. Após ouvirem gritos vindos do imóvel, moradores acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Quando as equipes chegaram ao local, encontraram a vítima com diversos ferimentos provocados por arma branca. O óbito foi constatado ainda no apartamento.

Equipes da Polícia Militar isolaram a área para a realização da perícia, enquanto o Departamento de Polícia Técnica (DPT) fez a remoção do corpo.

O caso é investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), que realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do crime, localizar o suspeito e confirmar a motivação do homicídio.

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