BAHIA: IPAC abre licitação para inventário de referências culturais do estado

Foto: Fernando Barbosa /Ascom IPAC

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) abriu licitação para a contratação de empresa especializada na elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais. O aviso foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 2 de abril. 

A iniciativa tem como objetivo mapear, documentar e sistematizar informações sobre bens representativos do patrimônio cultural imaterial da Bahia, fortalecendo ações de preservação e valorização dessas manifestações.

Entre as referências culturais contempladas estão os Festejos Cívicos do 7 de janeiro, em Itaparica; as Bandas Filarmônicas da Bahia; a Feira dos Caxixis, uma das mais tradicionais feiras de cerâmica do país; o ofício dos oleiros e oleiras de Maragogipinho; o modo de fazer a viola machete, instrumento emblemático do Recôncavo Baiano; e o modo de fazer tradicional do azeite de dendê de pilão e de roldão.

A licitação será realizada na modalidade concorrência eletrônica, do tipo técnica e preço, que considera tanto a qualificação técnica quanto a proposta financeira das empresas participantes. A sessão de abertura está prevista para o dia 25 de maio de 2026, às 10h, por meio da plataforma Licitações-e, do Banco do Brasil.

O edital e os anexos estão disponíveis nos portais oficiais de compras públicas. Informações adicionais podem ser obtidas junto à Comissão Permanente de Licitação do IPAC, pelo e-mail cpl.ipac@ipac.ba.gov.br, telefone (71) 3117-6484, ou presencialmente na sede do Instituto, no Centro Histórico de Salvador, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Política de salvaguarda

A elaboração do inventário atende às demandas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GEIMA), vinculada à Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DIPAT) do IPAC, e integra uma política contínua de reconhecimento e salvaguarda dos saberes, práticas e expressões culturais da Bahia.

Além de reunir dados históricos, sociais e simbólicos, o inventário deve subsidiar políticas públicas de proteção e promoção do patrimônio imaterial, orientando ações de registro, apoio institucional e fomento às comunidades detentoras desses saberes.

Fonte: Ascom/IPAC

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