A incorporação dos medicamentos, no entanto, ainda está sendo estudada pelo Ministério da Saúde. A pasta avalia quais pacientes poderão receber o tratamento, quais substâncias serão disponibilizadas e como será realizado o acompanhamento médico.
“Essa canetinha vai ser utilizada para cuidar de graça das pessoas que tenham obesidade”, declarou Lula. O presidente também criticou o uso indiscriminado desse tipo de medicamento.
Um dos estudos em andamento acompanha 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças. Os resultados deverão ajudar na elaboração de um protocolo específico para o tratamento.
Prós, contras e impacto da medida
A possível oferta dos medicamentos pelo SUS é considerada necessária para ampliar o tratamento da obesidade e poderá beneficiar milhões de brasileiros. A medida também tem potencial para evitar complicações associadas à doença, que geram custos elevados ao sistema público de saúde.
Por outro lado, a incorporação das “canetas emagrecedoras” poderá exigir um orçamento bilionário, além de critérios rigorosos para definir quais pacientes terão acesso ao tratamento e garantir o acompanhamento médico adequado.
Apesar da declaração do presidente, a oferta gratuita ainda não foi confirmada. A medida depende das avaliações técnicas e da decisão do Ministério da Saúde sobre a incorporação dos medicamentos ao SUS.
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